OAB-AM participa da entrega de relatório do programa “Inteligência e Proteção do Amazonas”

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A Ordem dos Advogados – seccional do Amazonas (OAB-AM) participou na manhã desta quarta-feira, 27, no Palácio Rio Negro, da apresentação da primeira fase do programa “Inteligência e Proteção do Amazonas”, do governo do Estado. A ocasião, teve a presença do ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, proprietário do escritório internacional de consultoria em segurança Giuliani Security & Safety (GSS).

Nesta primeira fase foi entregue pela empresa norte-americana ao governador do Estado, Amazonino Mendes, um relatório, realizado no mês de maio, sobre a situação da segurança pública no Amazonas.

Presente no evento, o presidente da OAB- AM, Marco Aurélio Choy, destacou a importância da participação da entidade nessa primeira fase, onde forneceu dados do sistema prisional do Amazonas. “A Ordem do Advogados do Brasil, em razão da importância da advocacia do Amazonas, foi ouvida dentro desse plano de segurança, falando um pouco sobre o sistema penitenciário e sua importância para a configuração para o sistema de segurança pública. Ressaltando, ainda, o papel da Ordem dos Advogados do Brasil, durante esse processo”, explicou Choy.

O presidente da OAB-AM ressaltou também que a entidade está fiscalizando a realização do contrato firmado entre o governo do Estado e o escritório internacional de consultoria em segurança Giuliani Security & Safety (GSS). “ Torcemos para que melhore a segurança do nosso Estado, ressaltando a importância da Ordem nesse processo”, concluiu.

Encontro

Em maio deste ano, executivos da Giuliani Security & Safety, estiveram na Ordem dos Advogados do Brasil seccional Amazonas (OAB-AM) ouvindo os advogados a respeito da situação do Sistema Carcerário do Estado.

Na reunião, representantes da OAB-AM relembraram o massacre de presos ocorrido em janeiro de 2017, destacaram a superlotação das celas, a ausência de uma política eficaz de ressocialização dos presos e os altos custos que o Governo tem para manter o contrato de administração dos presídios com a empresa Umanizzare, alvo de ação movida pela Ordem na Justiça Federal.

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