OAB Amazonas mobiliza advocacia para participação em pesquisa nacional da OAB

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Pesquisa promovida pelo Conselho Federal da OAB, em parceria com a Universidade de Stanford e o IDP, subsidiará elaboração de diretrizes para o uso da Inteligência Artificial na advocacia brasileira

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amazonas (OAB-AM) convoca advogados e advogadas do estado a participarem da pesquisa nacional sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) na advocacia. Promovido pelo Conselho Federal da OAB (CFOAB), em parceria com a Universidade de Stanford e o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), o levantamento integra um conjunto de iniciativas que contribuirão para a elaboração de diretrizes voltadas ao uso ético, seguro e responsável da Inteligência Artificial na advocacia brasileira.

A pesquisa busca compreender como as ferramentas de Inteligência Artificial vêm sendo utilizadas no exercício profissional, além de identificar oportunidades, desafios e perspectivas relacionadas à adoção da tecnologia no cotidiano da advocacia. As informações coletadas servirão de base para a construção de parâmetros que orientem a utilização da Inteligência Artificial de forma alinhada aos princípios éticos da profissão e às transformações do sistema de Justiça.

Os convites para participação estão sendo enviados por e-mail a advogados e advogadas selecionados aleatoriamente, conforme a metodologia científica adotada pela Universidade de Stanford. Em razão desse modelo, o Conselho Federal da OAB não possui acesso à identificação dos participantes.

Para o presidente da OAB Amazonas, Jean Cleuter, a participação da advocacia amazonense é essencial para que as futuras diretrizes contemplem diferentes realidades e necessidades da profissão. “A Inteligência Artificial já faz parte da rotina da advocacia e continuará transformando a forma como a profissão é exercida. É importante que advogados e advogadas participem dessa pesquisa e contribuam para a construção de diretrizes que promovam o uso ético, seguro e responsável dessa tecnologia, sempre em benefício da advocacia e da sociedade”, afirmou o presidente.

A OAB Amazonas orienta os profissionais selecionados a verificarem suas caixas de entrada e responderem ao questionário. O levantamento assegura o anonimato dos participantes e a confidencialidade das respostas, permitindo que a advocacia contribua diretamente para a construção das diretrizes nacionais sobre o uso da Inteligência Artificial.

Além de colaborar com a pesquisa, os participantes que concluírem todas as etapas do levantamento receberão certificação emitida pela Universidade de Stanford.

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