OAB solicita ao CNJ a reabertura de fóruns e tribunais no país

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Esse foi a primeira petição do colégio de presidentes das seccionais, eleitos no novo triênio

A Ordem dos Advogados do Brasil, sob o comando do presidente nacional, Beto Simonetti, peticionou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) solicitando a uniformização do funcionamento dos fóruns e tribunais do Brasil e a reabertura para atendimento aos advogados. A petição foi assinada pelo colégio de presidentes, para que a advocacia possa exercer o seu mister de defender o direito do cidadão e de seus clientes.

De acordo com o presidente da OAB seccional Amazonas, Jean Cleuter Mendonça, foi o primeiro peticionamento do conselho de presidentes do novo triênio.

“Tenho certeza que com esse diálogo junto ao CNJ e todos os tribunais do Brasil, nós vamos superar esse momento de pandemia com responsabilidade, união e adequação das normas sanitárias. A advocacia amazonense precisa trabalhar e nós, da nossa gestão, estamos atentos para isso”, afirmou.

Ainda segundo o presidente, o colégio de presidentes se reuniu para debater o tema, antes de viabilizarem a pauta junto ao CNJ. “Isso vai resolver um problema muito sério, pois tem estado que está decidindo de uma forma e outros de outra forma. A uniformização é importante, pois o que nós queremos é que o advogado seja atendido. O advogado precisa trabalhar. Ele precisa colocar o processo dele para frente, ele precisa receber honorário, ele precisa estar sempre servindo a sociedade”, finalizou Jean Cleuter.

A petição foi entregue pelo presidente Beto Simonetti ao ministro Luiz Fux. O magistrado garantiu que o CNJ vai atuar para garantir o bom funcionamento do judiciário em todo país. “Estou completamente sensível à pauta. Acho inaceitável não abrir um fórum e não atender um advogado. Temos aqui a ideologia de não fazermos nada que possa atingir a classe da advocacia, porque sabemos que tão essencial quanto os magistrados e o Ministério Público é a advocacia. Estamos ao lado da advocacia”, enfatizou o presidente do CNJ.

Confira a petição na íntegra

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