Comissão de Direito Digital, Startup e Inovação da OAB-AM realiza World Legal Summit em Manaus

12

A Comissão de Direito Digital, Startup e Inovação da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Amazonas (OAB-AM) realiza no próximo dia 1º de Agosto, as 8h, no SebraLab, localizado à Rua Leonardo Malcher, no Centro, o World Legal Summit (WLS) que acontecerá pela primeira vez em Manaus.
O WLS é um evento global que ocorrerá simultaneamente em 30 cidades de 23 países. O encontro contará com participantes da área jurídica, tecnológica e do setor público para que, juntos, possam debater sobre desafios e necessidades em três segmentos: Identidade e governança pessoal; máquinas autônomas e segurança cibernética e dados pessoais.
O evento será dividido em dois momentos. No primeiro, os palestrantes debaterão temas vinculados aos segmentos listados. Em seguida, todos os participantes serão convidados a contribuir com suas ideias para a criação de uma legislação em escala global, acerca de tecnologias. O material produzido durante o WLS será reunido para a criação de uma proposta de lei, posteriormente.
Para o presidente da Comissão de Direito Digital, Startup e Inovação da OAB-Am, o advogado Aldo Evangelista, o evento é de suma importância para a comunidade jurídica no Estado do Amazonas.
“Iremos dialogar sobre a nossa realidade jurídica e as tecnologias digitais, levando em consideração a nossa cultura e biodiversidade e, assim propormos dispositivos legais ao ordenamento jurídico local, nacional e internacional, dando voz à população da região amazônica”, explica Evangelista.
Global Legal Hackathon Manaus
A exemplo do sucesso que foi o Global Legal Hackathon Manaus (GLH-Manaus) ocorrido em Fevereiro deste ano, a Comissão de Direito Digital, Startup e Inovação da OAB-AM assina novamente a realização de mais um evento voltado para a difusão do ecossistema da inovação e tecnologia de Manaus e região.
Assim como no GLH-Manaus onde as competições ocorreram em nível mundial, o WLS também tem o intuito de buscar engajar faculdades, escritórios, empreendedores, empresas de tecnologia, governos, prestadores de serviços e outros atores que trabalham no desenvolvimento rápido de soluções inovadoras que impactem positivamente o ecossistema da Justiça.